Esta atividade tem o objetivo de proporcionar uma vivência em uma floresta urbana, possibilitando a observação de espécies da flora e da fauna da mata atlântica e de sua importância nas dinâmicas do abastecimento das águas na metrópole, bem como um estudo da formação geológica e geomorfológica do sítio urbano da cidade de São Paulo e sua expansão vertical e horizontal. Também permitir um momento de socialização e integração entre os estudantes.

Sobre o parque: Cantareira foi o nome dado à Serra pelos tropeiros, que faziam o comércio entre São Paulo e as outras regiões do país, nos Séculos XVI e XVII, devido à grande quantidade de nascentes e córregos encontrados na região.

Era costume, na época, armazenar água em jarros de barro, chamados cântaros, e as prateleiras onde eram guardados chamavam-se Cantareira.

Sua maior porção está localizada na Zona Norte de São Paulo, constituindo um importante remanescente da Mata Atlântica, sendo classificado como uma das maiores florestas urbanas nativas do mundo e declarado parte da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da cidade de São Paulo pela UNESCO em 1994. Foi criado através do decreto nº 41.626/63, grande parte da região era constituída por fazendas principalmente de café, cuja desapropriação teve papel importante no início do abastecimento de água do Estado de São Paulo.

O Núcleo Pedra Grande foi o primeiro núcleo aberto ao público em 1989, oferecendo a oportunidade ao visitante de um contato direto com a Mata Atlântica, mesmo estando apenas a 10 km da Praça da Sé em linha reta.

A Trilha da Pedra Grande, possui o maior percurso, que é de 9.500 m (ida e volta). Trata-se de uma antiga estrada que teve seu asfalto preservado. O ponto alto da trilha é a Pedra Grande (1.010 m de altitude), um grande afloramento rochoso de granito, onde devido à sua posição geográfica, permite que a Cidade de São Paulo seja vista do Norte para o Sul. Em dias claros pode-se ver trechos da Serra do Mar além da cidade. Essa trilha também dá acesso ao Lago das Carpas, agradável área para prática de exercícios físicos e apreciação dos peixes existentes no lago.

FAUNA

Quanto à fauna há grande variedade de aves como: tucano de bico verde, pica-pau branco, pica-pau de banda branca, pica-pau de cabeça amarela, pica-pau anão, martim-pescador grande, martim pescador pequeno, martim pescador verde, garça-branca, garça moura, socó, biguá, biguatinga, mergulhão, saíra-sete-cores, bem-ti-vi, beija-flor, periquito, joão barbudo, gavião carijó e caracará. Habitam também o local o bugio, veado-mateiro, preguiça, serelepe (ou caxinguelê), quati, jararaca, coral e suçuarana.

FLORA

Sua flora é composta por espécies como a samambaia-açu ou xaxim, hoje ameaçada devido à exploração desenfreada. Árvore muito antiga, contemporânea dos dinossauros, figueira, que apresenta mais de 5000 espécies em todo o mundo, principalmente em climas tropicais. Jacarandá-paulista, canela-incenso, embaúba, tapiá-mirim, árvore habitante principalmente de morros e montanhas, e sua madeira é muito utilizada na indústria madereira, pau-jacaré, palmito-doce (ou içara, ou palmeira), nativa da Mata Atlântica, açoita-cavalo, pasto-d’anta, cedro-rosa, bambu, araucária, helicônia, jequitibá-branco, vassourão-branco (ou vernonia), philodendros, cabreúva, pata-de-vaca, nome dado devido ao formato de suas folhas, circulares achatado, e bromélias, originária das Américas, de florestas tropicais, apresenta mais de 200 espécies.

Fonte: https://guiadeareasprotegidas.sp.gov.br/ap/monumento-natural-estadual-da-pedra-grande/

Ao longo de nossa visita procure observar
e fotografar à vontade.

Na trilha:

Observe ao longo da caminhada na trilha as características da flora. Descreva o que você observa quanto aos diferentes portes da vegetação, a densidade, luminosidade, variedade de espécies.

Procure também observar a presença de animais, desde insetos até aves ou mamíferos. Além da observação visual procure ouvir os sons, sentir os odores, perceber a sensação térmica e a umidade do ar ao longo da trilha.

Observe as características do solo, como cor, textura e composição.

Na Pedra Grande:

Observe e descreva a vista da cidade. Procure anotar os diferentes tipos de ocupação urbana observada.

Levante hipóteses que expliquem as diferenças do relevo entre a serra onde estamos e a mancha urbana da cidade.

Redação:

Compreender a inter-relação entre sociedade e espaço pode desenvolver no indivíduo a consciência sobre a necessidade de uma maior preservação desses espaços. Registrar essa relação pode habilitá-lo a intervir com mais responsabilidade nas práticas sociais que o rodeiam. Pensando nisso, a disciplina de Linguagens e Códigos propõe para esse evento a produção de uma fotorreportagem realizada pelos estudantes.

 

Após o registro fotográfico dos locais estudados pelos professores das áreas de Ciências Humanas e Ciências da Natureza, os alunos escreverão legendas para as fotos.

 

Esse trabalho será exposto em um mural nas dependências do Cursinho da Poli.

Dia 3 de julho de 2022 - domingo
Saída: 07h30 - Cursinho da Poli – Metrô Tatuapé - Rua Bom Sucesso, 342
Chegada ao Parque: 8h. Retorno: 12h para a unidade.

O que levar: Água e lanche. Ir com roupa confortável, tênis para caminhada, boné, chapéu, protetor solar, repelente e binóculo.

Investimento

R$ 70,00 (em até 3x no cartão)

Incluso traslado (ida e volta até a unidade Metrô Tatuapé)
+ ingresso para o parque.

Inscrições

Setor de Relacionamento nas unidades
Cursinho da Poli: Paraíso e Tatuapé
ou
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Giba Alvarez

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